A falácia e o real interesse por detrás da pseudo-emancipação feminina

06/12/2009 por blogdojua 3 Comentários

A grande conquista da mulher é o ser, estar e continuar mulher, compreendendo a sua real importância, e não nivelando-se ao que há de pior no macho homem

O ser humano é o mais besta, fraco, imbecil, covarde, soberbo, sujo, traidor de todo o reino animal. Os quadrúpedes e rastejantes são mais bravos, confiáveis, nobres e decentes do que a raça humana que vangloria-se de ter alma e inteligência para desenvolver-se.

Mas que alma é essa que trai, dissimula, mente, futrica, apega-se ao materialismo, mata o semelhante pelo prazer e pela ganância? Para H. L. Mencken, o único efeito prático faz de sua alma é inflar-se de vaidades antropomórficas e antropocêntricas – em suma, com superstições arrogantes e presunçosas. Que espírito superior seria este que abandona a própria raça ao acaso, que troca o ser pelo ter, que permite que as fêmeas deixem os filhos e vá competir em papel com o macho e chamem isso de emancipação e desenvolvimento?

Que desenvolvimento é esse que troca os pés pelas mãos e anomalias transformam-se em normalidades, com macho virando fêmea e fêmea virando macho, sem nenhuma preocupação com a formação natural humana?

Insetos, como as formigas e abelhas são mais inteligentes e engenhosas do que o homem; tocam para a frente seus sistemas de governo e seu método de vida com muito menos arranca-rabos, desperdícios e imbecilidades. Cada um com seu papel, cada um com suas glórias e seus fracassos. Mas nunca iguais.

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Criação de Eva, segundo a Bíblia – Sempre ao lado, simbologia da “costela”

Aqui mesmo neste espaço já questionei sobre a propalada emancipação feminina. Após tantos anos observando, ainda não entendi que emancipação seria essa. Mas dizem que aconteceu. O que vi e vejo, é uma decadência da mulher, certamente sem igual em toda a história da humanidade.

Para começar, ninguém jamais, fêmea ou macho, dependeu de leis especiais para ascenderem-se seja em que atividade for. Isso é inato. Faz parte do caráter, da gana, da vontade, do preparo, da força, da necessidade, da sua missão terrena e por aí afora.

Emancipar-se hipoteticamente e por em risco a humanidade não representa glória alguma. Eu e mais três irmãos fomos criados, educados e preparados pela Dona Lourdes, mãe que trabalhava como professora, em dois turnos e no terceiro e quarto cuidava da casa e dos filhos. Nunca falou em emancipação feminina. Cumpriu seu papel, primeiro de mãe.

A história está recheada de Rainhas, poetas, artistas, intelectuais, grandes mulheres, heroínas anônimas ou não, que se fizeram por alguns daqueles motivos, mas que nunca reivindicaram leis ou emancipações para faze-lo e, muito menos, abandonaram o papel principal, o de mãe, o de condutora, o de equilíbrio, o da educação, o do amor. A primazia era continuar mulher na melhor e maior acepção da palavra.

Essa ’emancipação’ feminina que hoje assistimos incapazes de compreender, principalmente suas conseqüências, é caso armado, preparado e estabelecido com princípios, meios e fins. Os princípios e meios já sabemos. E os fins estão aí. A desordem total tanto familiar quanto social. O medo, a insegurança, a libertinagem, a perdição, a desorientação.

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A Nova Ordem Mundial pode ser tudo, menos imbecil e despreparada. Com o lar destruído pela falta da presença da mãe, a televisão, a música, a decadência geral do ensino, a decadência moral, a inversão de valores e toda as suas conseqüências assumiram a pseudo-educação de crianças e jovens. Traçam-lhes o caminho. Cassam-lhes o poder de percepção, de iniciativa, de moral, de respeito. Manipuladas, mal informadas, mal preparadas seguem cegamente os ditames do status quo tornando ainda mais fácil a dominação total.

A técnica dos articuladores de um governo único mundial consiste em submeter a população e levar a sociedade desarticulada pela falta da matriz, do apoio, do sustentáculo familiar, a uma insustentável insegurança, angústia e terror, de maneira que as pessoas cheguem a sentir-se tão exaltadas que peçam, aos gritos, uma solução, qualquer que seja.

Primeiro mostram o bicho-papão, e depois a solução para exterminá-lo. A manipulação de acordo com os interesses, o estabelecimento de um governo ditatorial único e mundial. A pseudo-emancipação foi caso pensado, articulado, não uma iniciativa que tenha partido da alma, do coração, do espírito, da inteligência feminina que sempre soube muito bem a importância de seu papel na humanidade.

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Foi imposta e aceitamos calados, com o rabo entre as pernas e igualmente dessa forma caminhamos em silêncio e covardemente para o cadafalso da humanidade tal qual foi concebida. O termo mulher indica tanto distinções sexuais biológicas quanto distinções nos papéis sócio-culturais.

A história da costela de Adão é uma simbologia que quer dizer-nos, de acordo com a Bíblia, que a mulher é a companheira que não está à frente, atrás, acima ou abaixo, mas ao lado do homem, como suas costelas, e de onde nunca deveria sair.

Os princípios, portanto, estão acima de qualquer outra presunção suposta ou praticada.

Abaixo, uma resumida lista das grandes mulheres que destacaram-se na história mundial e brasileira, sem contudo gritarem histericamente como Beth Friedman e outras tresloucadas a serviço da ditadura mundial.

E se algum Jair, Francisco ou Fernandes não compreender isso, basta pedir ajuda a quem está ao lado, às Lulus, Lourdes, Lourdinhas, Franciscas ou Fernandas, certamente saberão compreender melhor e entender que caímos todos numa grande armadilha e ainda saímos por aí gritando loas e dando vivas…! Sabem, também, que a vida não se resume a saborear a costela de porco e que é preciso cuidar do nosso espírito, pois, até mesmo o do porco é bem mais evoluído.

Algumas das grandes mulheres que o foram pelas conquistas, pelo cumprimento do dever inato e não por nivelarem-se às mazelas masculinas

  1. Helena de Tróia(Grécia – lendária) – Figura mitológica de beleza e graça incontestável, teria sido o motivo pelo qual os gregos batalharam os troianos na famosa guerra, ganha especialmente por um cavalo de madeira.
  2. Nefertiti(Egito – 1380 AC a 1345 AC) – Rainha egípcia, junto com seu marido, o faraó Akhenaton, alterou as crenças religiosas de seu povo para o monoteísmo e levou-os a louvar o sol ao invés da lua.
  3. Phryne(Grécia – cerca de 400 AC) – Famosa cortesã grega em cerca de 400 AC, tinha uma beleza considerada divina, a ponto de livrá-la da morte por heresia em um tribunal.
  4. Cleópatra(Egito – 70 AC a 30 AC) – Um dos nomes femininos mais conhecidos de todos os tempos, governou o Egito e levou os romanos Julio César e Marco Antônio à loucura e a uma rivalidade sem tamanho.
  5. Boadicéia(Inglaterra – cerca de 66 AC) – Rainha celta que liderou tribos em um levante contra as forças romanas que ocupavam a Grã-Bretanha. Era “alta, terrível de olhar e abençoada com uma voz poderosa”, segundo o historiador clássico Dião Cássio.
  6. Hipácia de Alexandria(Grécia – de 370 a 415) – Matemática e filósofa, adepta às filosofias de Platão, foi perseguida pelos reis cristãos por proclamar que o universo é regido por normas matemáticas.
  7. Khadijah bint Khuwaylid(Oriente Médio – de 555 a 619) – Esposa do profeta Maomé, foi também a primeira pessoa a se converter ao islamismo. Apesar das leis vigentes na época permitirem o poligamismo, Maomé manteve-a como sua única esposa por 24 anos.
  8. Leonor da Aquitânia(Inglaterra – de 1112 a 1204) – Rainha consorte da França e Inglaterra, seu instinto político e sagacidade a tornaram uma das mulheres mais influentes e poderosas da Idade Média.
  9. Catarina de Siena(Itália – de 1347 a 1380) – A Santa Catarina, apesar de analfabeta, ditou várias cartas e obras, em especial Diálogo sobre a Divina Providência, considerado pelos eclesiásticos como um dos maiores testemunhos do misticismo cristão e das idéias teológicas e espirituais.
  10. Joana D´Arc(França – de 1412 a 1431) – Santa padroeira da França, inspirada, segundo a lenda, por forças espirituais, foi a grande heroína da Guerra dos 100 anos e acabou queimada viva com apenas 19 anos de idade.
  11. Catarina de Médici (França – de 1519 a 1589) – Força política por trás dos 30 anos de guerra entre a Igreja Católica Romana e os Huguenotes franceses, foi a instigadora do Massacre de São Bartolomeu e grande patrona das artes na França.
  1. Elisabeth I(Inglaterra – de 1533 a 1603) – A precursora do grande Império Britânico, patrocinadora das artes e da cultura (ela que descobriu William Shakespeare), é ainda figura controversa entre os historiadores, que se dividem ao considerá-la uma grande governante e um mulher que fazia tudo pela metade.
  2. Ana Pimentel(Portugal/Brasil por volta de 1534) – Esposa de Martim Afonso de Souza, governou a capitania de São Vicente sem nunca ter posto os pés no Brasil, e foi quem ordenou o cultivo de cana de açúcar, laranja, arroz, trigo e criação de gado na região.
  3. Dandara(Brasil – de 1664 a 1694) – Esposa do Zumbi dos Palmares, foi uma guerreira feroz e brava defensora do quilombo. Matou-se para não voltar à condição de escrava.
  4. Anne Bonny(Inglaterra – de 1700 a 1782) – Pirata irlandesa, ficou conhecida por se destacar em uma ocupação essencialmente masculina, pilhando navios no Caribe junto com seu marido. Apesar de nunca ter comandando um navio, era conhecida por ser bonita, inteligente e muito estourada.
  5. Émilie du Châtelet(França – de 1706 a 1749) – Cientista, matemática e física, escreveuDissertation sur la nature et la propagation du feu, com estudos sobre o fogo que serviram de base para o que hoje é conhecida como luz infravermelha e a natureza da luz.
  6. Catarina, A Grande(Rússia – de 1729 a 1786) – Imperatriz da Rússia, modernizou seu país, reformando todos os aspectos políticos e sociais e se tornando um dos maiores nomes do despotismo esclarecido.
  7. Chica da Silva(Brasil – de 1740 a 1796) – A escrava que se fez rainha, foi a primeira negra a alcançar prestígio e riqueza no Brasil após união consensual com o explorador de diamantes João Fernandes. Muitas de suas histórias entraram para o imaginário popular.
  8. Mary Wollstonecraft(Inglaterra – de 1759 a 1797) – Escritora britânica. Sua obra, Uma Defesa dos Direitos da Mulher, de 1790, é considerada a pedra fundamental do movimento feminista. Mary afirmava que o casamento era uma prostituição legalizada e que as esposas eram escravos convenientes.
  9. DonaJoaquina Maria Bernarda da Silva Abreu Castelo Branco Souto-mayor de Oliveira Campos, Dona Joaquina de Pompeu(Mariana, 1752, Araxá, 1824) – Uma das mulheres mais poderosas de toda a história do Brasil. Ficou conhecida pela cultura oral, imensa riqueza, prestígio, poder e influência no Brasil Império.
  10. Sacajawea(EUA – de 1786 a 1812) – Índia norte-americana que auxiliou os ingleses Lewis e Clark a chegarem ao Oceano Pacífico em 1804. Tornou-se na América do Norte um símbolo da mulher independente, esforçada e com valor indiscutível.
  11. Maria Quitéria(Brasil – de 1792 a 1853) – Militar brasileira, disfarçou-se de homem para lutar na guerra da independência brasileira. Feita alferes por D. Pedro I, é considerada a Joana D´Arc do Brasil.
  12. Marquesa de Santos(Brasil – de 1797 a 1867) – Famosa por ter seduzido e se tornado amante de D. Pedro I, a marquesa foi, no fim de sua vida, uma humanitária, ajudando mendigos, famintos e doentes e patrocinando estudantes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em São Paulo.
  13. Dona Beja– Ana Jacinta de São José, (Formiga, 1800 – Bagagem, 1873) – Personalidade influente no século XIX na região de Araxá, Minas Gerais, onde chegou em 1805.
  14. Ana Néri(Brasil – de 1814 a 1880) – Pioneira da enfermagem no Brasil, acompanhou seus filhos, soldados, na Guerra do Paraguai, prestando serviços médicos. Foi condecorada com as medalhas de prata humanitária e da campanha e recebeu do imperador Pedro II uma pensão vitalícia.
  15. Rainha Vitória(Inglaterra – de 1819 a 1901) – Grande condutora do Império Britânico no século 19, seu governo foi marcado pela revolução industrial, expansão colonial e mudanças drásticas na política, economia e cultura inglesa.
  16. Florence Nightingale(Inglaterra – de 1820 a 1910) – Enfermeira britânica, famosa pelo seu pioneirismo em tratar feridos de guerra e inventora da representação gráfica de dados, conhecida como gráfico pizza. Deu as bases para a enfermagem atual.
  17. Susan B. Anthony(EUA – de 1820 a 1906) – Pioneira no movimento feminista americano e europeu já no século 19. Fundou a associação sufragista americana e foi a primeira mulher a ter seu rosto estampado em uma moeda de circulação nacional nos EUA.
  18. Anita Garibaldi(Brasil – de 1821 a 1849) – Companheira de Giuseppe Garibaldi, é conhecida como a “Heroína dos Dois Mundos” por ter participado da Revolução Farroupilha no Brasil e da unificação da Itália.
  19. Clara Barton(EUA – de 1821 a 1912) – Fundadora da Cruz Vermelha Americana na época da Guerra Civil e presidente da organização por 22 anos, é referência como humanitária e universalista.
  20. Princesa Isabel(Brasil – de 1846 a 1921) – Princesa imperial do Brasil e primeira senadora da nação, aboliu a escravatura e defendia o voto feminino e a reforma agrária. Era partidária de idéias modernas, e sua postura era considerada avançada para a época.
  21. Chiquinha Gonzaga(Brasil – de 1847 a 1935) – Autora da primeira marcha carnavalesca, Ô Abre Alas, em 1899, primeira pianista de chorinho e primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, além de ter sido ativista do abolicionismo e do movimento republicano.
  22. Madame Curie(França – de 1867 a 1934) – Junto com seu marido Pierre, foi Prêmio Nobel de Física de 1903 pelas suas pesquisas em radioatividade e Nobel em Química em 1911 pela descoberta dos elementos químicos rádio e polônio.
  23. Helen Keller(EUA- de 1880 a 1968) – Cega e surda, foi a primeira pessoa nessas condições a ganhar um diploma, graças especialmente ao trabalho de sua professora Anne Sullivan em torná-la apta para a sociedade, apesar de seus deficiências. Tornou-se escritora e ativista social.
  24. Eleanor Roosevelt(EUA – de 1884 a 1962) – A grande primeira dama americana, referência até hoje em seu país, foi ativista dos direitos humanos, e embaixadora na ONU, nomeada pelo presidente Harry Truman, após a morte de seu marido, Franklin Delano Roosevelt.
  25. Tiburtina Andrade Alves(Itamarandiba – MG 1873 a 1955, em Montes Claros-MG) – Foi a glória de Montes Claros – MG e uma das mulheres mais bravas do Brasil. Casada em segundas núpcias com o doutor João Alves, Tiburtina ganhou a simpatia da cidade entregando-se com a maior devoção a cuidar dos doentes do marido. Sobretudo na gripe de 1918, em que juntos, a cavalo, visitavam todas as casas consolando os enfermos. Depois, tornou-se a mais querida e a mais odiada em razão dos ódios partidários e dos gostos pessoais. Entrou para a história com os episódios envolvendo o vice-presidente da República, Melo Viana, em 1930, que deu início ao movimento político derrubou a chamada Primeira República ou Velha República.
  26. Tarsila de Amaral(Brasil – 1886 a 1973) – Uma das maiores pintoras brasileiras, seu quadro Abaporu de 1928 inaugura o movimento antropofágico e foi a obra brasileira a alcançar o maior valor em um leilão internacional: 1,5 milhão de dólares.
  27. Mary Phelps Jacob(EUA – de 1891 a 1970) – Poeta, editora, pacifista e socialite novaiorquina, foi a inventora do sutiã, que livrou as mulheres da prisão do espartilho.
  28. Bertha Lutz(Brasil – de 1894 a 1976) – Pioneira do feminismo no Brasil, foi fundadora da Federação Brasileira para o Progresso Feminino e deputada federal no governo Getúlio Vargas.
  29. Golda Meir(Israel – de 1898 a 1978) – Uma das fundadoras do Estado de Israel e quarto primeiro-ministro do país, considerada firme em suas decisões, ganhou o apelido de “Dama de Ferro” (que depois foi passado a Margaret Thatcher).
  30. Aracy de Carvalho Guimarães Rosa(Brasil – 1908) – Única brasileira homenageada no Museu do Holocausto, segunda esposa de Guimarães Rosa, salvou mais de 100 judeus na segunda guerra emitindo passaportes para entrada ilegal dos refugiados no Brasil. Ainda vive.
  31. Olga Benário(Munique – 1908 a 1942, Bernburg) – ou Olga Benário Prestes, Maria Bergner foi uma revolucionária que defendeu o comunismo e lutava para acabar com as desigualdades sociais.
  32. Madre Teresa de Calcutá(Índia – de 1910 a 1997) – Missionária católica albanesa, considerada a maior do século 20, dedicou sua vida aos desprotegidos e pobres da Índia, por meio da sua congregação “Missionárias da Caridade”.
  33. Patrícia “Pagu” Galvão(Brasil – de 1910 a 1962) – Escritora, jornalista e militante comunista brasileira, foi um dos grandes destaques no movimento modernista iniciado em 1922. EscreveuParque IndustrialA Famosa Revista e Safra Macabra.
  34. Rachel de Queiroz(Brasil – de 1910 a 2003) – Jornalista, tradutora e romancista, foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Ganhou em 1993 o considerado Nobel da literatura portuguesa, o Prêmio Camões e é considerada a maior escritora brasileira.
  35. Rosa Parks(EUA – de 1913 a 2005) – Costureira americana, tornou-se símbolo do movimento civil pelos direitos dos negros ao recusar ceder seu lugar a um branco em um ônibus em 1955. Sua luta solitária acabou chegando aos ouvidos de Martin Luther King, que incitou os negros a recusar o transporte público branco.
  36. Irmã Dulce(Brasil – de 1914 a 1992) – Religiosa brasileira, destacou-se por seu trabalho de assistência aos pobres e aos necessitados e por suas inúmeras obras de caridade no nordeste, em especial na Bahia.
  37. Eva Perón(Argentina- de 1919 a 1952) – Segunda esposa de Juan Perón, foi a maior primeira-dama argentina, defensora dos direitos femininos e considerada líder espiritual da nação até hoje.
  38. Margaret Thatcher(Inglaterra – 1925) – Política britânica e primeira-ministra por 11 anos, ficou conhecida como “Dama de Ferro” devido à linha dura de seu governo. Batalhou greves, enfrentou a Argentina na Guerra das Malvinas e foi uma incansável inimiga da União Soviética e do comunismo.
  39. Joana, Papisa(Inglaterra, século 09) – Joana L’Anglois primeira e única mulher ocupar o papado, sua história, muitas vezes tida como lenda, é uma das mais interessantes, destemidas e de determinação sem igual.

Uma pequena lista entre as milhões de mulheres que destacaram-se pelos seus feitos, garra e vontade, e por entenderem que para serem grandes não precisariam nivelar-se às mazelas masculinas. E as verdadeiras mulheres sabem muito bem disso, quem não sabe, ou ainda não compreendeu o real e sublime papel feminino, ou é algum macho desgarrado fazendo gato e sapato para tentar manter uma saia onde agarrar-se, apoiar-se e esconder sua insegurança, dependência e fraqueza inatas…

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