Escola não faz jornalista. Jornalista faz escola

O jornalismo a serviço do sistema

28/06/2009 por 

O Superior Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência de diploma para o exercício do jornalismo. Atirou no que viu, acertou no que não viu. O assunto é melindroso, pois muitos colegas que ralaram na faculdade ficarão olhando de “banda”. Mas fazer o que? A verdade é que escola nunca fez e jamais fará um jornalista, jornalista é que sempre fez e poderá até voltar a fazer escola.

O curso serviria, no máximo, para alguma técnica para ludibriar incautos, assim como agem as faculdades de Direito, onde aprende-se muita coisa, nenhuma para a prática da Justiça. A verdadeira. Como não existe mais imprensa, não justifica ter jornalista. A não ser que haja candidatos ao auto-engano, à ilusão como os fantoches das redes de televisão a começar, e sobretudo, pela maior delas. Robôs que posam de jornalistas sem nunca terem sido, pelo menos na acepção do termo.

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Todos os meios de comunicação do planeta estão sob influência direta da CFR (Council on Foreign Relations ) – que, alias, conta com o apoio do Brasil, dita as normas, a linha e uniformiza os meios de comunicação. Ou alguém acredita ser coincidência os jornais publicarem as mesmas versões e o mesmo enfoque das notícias e as rádios tocarem as mesmas besterias em todos os pontos do País?

O governo Lula da Silva queimou R$ 303 mil de nosso dinheiro, via BNDES e Embratur, na revista “Foreign Affairs”, editada pela CFR.

Mas, senhores jornalistas inocentes úteis diplomados e tantos outros globalmente mais úteis que inocentes. Lulinha Trairinha não está só. Está em curso, de forma acelerada, a verdadeira globalização, a instalação do governo mundial, comandado oficialmente pela ONU, mas dominado pelos poderosos do mundo. (Há vários artigos a respeito aqui nesta mesma página).

Esse governo único mundial, se já não as detém, terá moeda, exército e religião únicos, e não mede esforço, e muito menos dinheiro, para quebrar a espinha dorsal da soberania dos povos. O Brasil, graças aos seus entreguistas, que venderam as almas ao diabo, tem sido presa fácil. Claro, com o apoio incondicional e indispensável daquilo que chamam de imprensa, meios de comunicação, mídia, média etc.. Reforçados pelas ongs, promovem a descaracterização cultural, internacionalização de costumes, comportamentos, drogas, guerras localizadas, corrupção de políticos, controle da educação, terrorismo.

Algum item familiar ao Brasil? Tem uma tal de Comissão Trilateral que gerou o Diálogo Interamericano. Os membros brasileiros são: Fernando Henrique Cardoso, o maior vendilhão da história brasileira, Luiz Fernando Furlan, Jacqueline Pitanguy, João Sayad e Roberto Teixeira da Costa.

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O Sr. Luis Inácio Lula, o humilde e inocente operário, e o Sr. Victor Civita, participaram da fundação. O primeiro desligou-se com a tarefa de criar o Foro de São Paulo, outro braço da armação contra o mundo, contra o Brasil e contra os povos. Na escala, seriam uma espécie de faxineiro do Bilderberg, do Clube de Roma…

A imprensa, e você, caro jornalista diplomado, é co-participe disso tudo. Inocente ou não. E você, jovem, foi escolado para isso. Manipulado, robotizado, doutrinado. E às vezes nem sabe, ralou quatro anos na “facu”, para trabalhar, quase de graça para esses senhores que imaginam-se Deus. Na escola, certamente, não lhes mostraram nem a capa da cartilha da guerra silenciosa dos dominadores do mundo e nem revelaram que os meios de comunicação, cúmplices, são os principais disseminadores do demoníaco programa.

Mostraram-lhe, por acaso, por que daquele tom paternalista dos telejornais, principalmente do carro-chefe da imbecilização brasileira? Contaram-lhe o por que do tom infantilizador, chegando ao debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental? Ou você aprendeu isso como “técnica”? Pois saiba que essa “técnica”, tem objetivos: quanto mais se procura enganar o espectador, mais se adota um tom infantilizante. “Freud explica”:

“se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, certamente, uma resposta ou uma reação tão destituída de senso crítico quanto de uma criança de 12 anos.”.

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Por que, meu caríssimo jornalista diplomado, você acha que a população brasileira perdeu todo o senso sobre tudo? Por que estaria a cada dia mais imbecilizada, mais conformada, mais um tanto de outros deméritos? Fruto de um incansável trabalho de colegas diplomados, pós-graduados e paus mandados pela vaidade e pelos trocos que recebem.

Quando você, jornalista diplomado, aprende a apelar pelo emocional, a escola, na verdade, está lhe enganando, pois você será mais uma peça na engrenagem dos poderosos. Apelar para o emocional é uma técnica clássica para fazer curto-circuito à análise racional e, portanto, ao sentido crítico dos indivíduos.

Além disso, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar idéias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos… Robotizar. Imbecilizar. Esse tem sido o papel do jornalista profissional no Brasil, pois ensinam-lhes isso as 20.423 escolas de jornalismo. Portanto, você não estará fazendo um grande trabalho jornalístico, mas uma grande traição ao ser humano, ao seu povo e servindo aos seus algozes.

Cabe à imprensa ou essa coisa que leva esse nome no Brasil, atuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.

“A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores”.

Cabe também ao jornalista diplomado, pós-graduado, pêagazado, encorajar o público a comprazer-se na mediocridade. De sua estultice. Incentivar-lhe a se regozijar de sua estupidez, de sua idiotice, de sua vulgaridade, de ser inculto. Esse é o papel, por exemplo, de um Faustão, jornalista diplomado, que cuida de graduar as sobras de Xuxa, responsável pela base, pelo primeiro grau da mediocridade.

Enfim, meu caríssimo, minha caríssima jornalista diplomado, a escola veio para isso, para fazer de você um inocente útil. O bobo da corte com diploma na parede. Não se preocupe com o fim do diploma, você tem mais chance de ser um verdadeiro jornalista sem ele.

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Saiba que entre outros tantos papeis que o jornalista diplomado deve exercer, é cátedra, é fazer o indivíduo acreditar ser ele mesmo o único responsável pela sua infelicidade e seus problemas, por falta de inteligência, incapacidade etc… Cabendo ao jornalista diplomado, fazer com que o indivíduo, ao invés de revoltar-se contra o sistema, desvalorize-se e culpabilize-se, criando um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da ação, a passividade, o aceitar calado, o acomodar-se, o aceitar-se como um tolo, néscio, imbecil, insensato, inepto; estúpido… e assim continuar elegendo e reelegendo figuras como FHC, Lula, Sarney e tantas outras pragas que pululam por aí.

Jornalista verdadeiro é revolucionário! É contestador! É lutador! Sofredor! Idealista! E não entra e nem participa de sistema. E sabe, acima de tudo, que sem ação, não há revolução!… O diploma, no entanto, oferece uma grande vantagem. Com ele pode se prestar algum concurso e virar assessor de Sarney e outras chagas…

Creso, rei da Lídia, o oráculo de Delfos, Ciro, o Grande e o jornalista diplomado

Conta a história que Creso, rico e poderoso rei da Lídia, foi consultar o oráculo de Delfos quando preparava-se para atacar o império persa em 550 aC. Creso mandou sacrificar 300 animais em homenagem a Apolo e entregou ao oráculo um milionário presente todo em ouro, prata e estátuas. Para assegurar-se do sucesso da invasão, perguntou à Pitonisa:

“Creso deveria ou não atacar os persas?”. Os deuses disseram: “Se Creso empreender a guerra, um grande império será destruído.”. Incentivado pela resposta e crédulo de que os deuses estavam do seu lado, Creso invadiu a Pérsia e foi esmagado por Ciro, o Grande, rei da Pérsia e levado preso para a capital Ecbatana.

Revoltado com a traição do oráculo, Creso foi tomar satisfação com os profetas, que responderam de pronto: a profecia fora confirmada. Creso invadiu a Pérsia e destruiu um grande império, o seu próprio império, a Lídia. Assim são as escolas. Fazem o futuro jornalista diplomado crer que vai mudar o mundo. E vai mesmo. Para pior e transformá-lo numa ditadura colonial e única. Vai atuar na redentora e derradeira Revolução. A dos Porcos…

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