Ongs e suas histórias, um bom e lucrativo negócio

07/04/2004 por  

O MST se finge de social, ameaça, promove a baderna e usa o povo para disfarçar bons negócios. Em São Paulo, recebeu, em 1998, a doação de uma fazenda de 50 mil hectares, no valor de um milhão de reais.

O doador se dizia simpatizante da causa e pretendia ver 1.250 famílias assentadas. Mas as terras nunca foram repartidas para fins de reforma agrária. Os líderes José Rainha Júnior e Valmir Rodrigues, o Bill, simplesmente venderam a propriedade para o advogado Eduardo Carlos Vilhena do Amaral.

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O negócio de invasão é um negócio lucrativo. E só.

Segundo o novo proprietário, a venda foi motivada porque o MST precisou de dinheiro para tirar Rainha da prisão. Enfim, como nos provam as ONGs, as atividades sociais, na verdade, se transformaram, mesmo, num bom negócio para meia dúzia de espertinhos. E isto é o que se sabe.

E o que não se sabe, hem? Comentário – 07.04.04

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