31 de março e a hora de virar o disco

O 31 de março, não há dúvida, entrou para a história, mas passa da hora de virar o disco. Quem anda para trás é caranguejo. Tirar lições dos erros é uma coisa, martelar o que passou é outra muito diferente.

O período de governo militar já acabou há quase uma geração, mas todo o ano se repete a mesma lengalenga, de discursos e a prosopopeia de sempre. Quem nem havia nascido mete o bedelho sem o mínimo conhecimento.

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Em tempo de exceções comete-se, como se cometeu, excessos, como ocorre agora. É preciso tirar, sim, lições de erros. Mas é preciso lembrar, também, os acertos. Entre eles a tranqüilidade social, os avanços tecnológicos, energéticos, das comunicações, enfim, a modernização do País.

A chamada ‘ditadura’ tinha uma cara. Hoje, se vive em ferrenha ditadura financeira e econômica, judiciária, jornalística, que reprime, que subjuga, que maltrata, que mata e subverte, mas que não tem uma cara.

Daqui a vinte anos poderemos estar lamentando, e cometendo as hipocrisias de agora. A diferença é que não teremos uma cara para fazer de Geni. Ou temos milhares…

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