Feliz Natal a quem não se deixa seduzir pelo perfume das alturas…

Para muitos, a origem do Natal é pagã. Os pagãos o teriam herdado da antiga Babilônia. Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, teria sido o fundador do sistema econômico de competição e de lucro acima de tudo, que até hoje nos domina.
Teria sido tão perverso que se casou com a própria mãe, Semíramis, que, após sua morte, propagou sua doutrina da sobrevivência a qualquer custo. Alegava que um grande pinheiro surgiu da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, simbolizando nova vida para Ninrode.
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Todo dia 25 de dezembro, seu aniversário, visitavam a árvore e deixavam presentes. Essa seria a origem da Árvore de Natal e do consumismo. A veneração espalhou-se pelo mundo afora e o presépio seria sua perpetuação.
Lenda ou não, o fato é que a Festa é cada vez mais comercial. A ânsia sem fim pelo consumo. Do ter, antes do ser, e, nas palavras de Frei Beto,
Feliz Natal a quem não se deixa seduzir pelo perfume das alturas e nem escala os picos em que os abutres chocam ovos. E a todos os que destelham os tetos da ambição… – COMENTÁRIO – 24.12.05

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