EPIDEMIAS PROGRAMADAS – governo mundial, ongs, ambientalismo, Cousteau Malthus, Russell, Marx, eugenia, nazismo…

“Em caso de reencarnar, gostaria de voltar como um vírus mortífero, e ajudar em algo para aliviar a sobrepopulação…” Príncipe Philip

A idéia de controlar a população mundial, principalmente nos países pobres e ou em desenvolvimento tecnológico e industrial, é antiga. Ganhou notoriedade nos séculos XVII, XIX, com Thomas Malthus. Malthus propôs uma “restrição moral” aos nascimentos; proibir o casamento entre pessoas muito jovens; limitar o número de filhos entre as populações mais pobres; elevar o preço das mercadorias e reduzir os salários, a fim de pressionar os mais humildes a ter uma prole menos numerosa.

Resultado de imagem para controle população pobre países ricos

Tudo isso e muito mais, sob a desculpa de que não haveria alimento para todos. Dois séculos depois as teorias desse inglês nascido em 1766 estão de novo em evidência, desta feita disfaçada de ambientalismo, ecologismos, ecoterrorismo e por aí afora. Ao longo do tempo as teorias malthusianas foram ganhando reforços. Houve aqueles que optaram pela quimera da purificação das raças, e em seu nome mataram milhões de pessoas; e até mesmo experiências como a de distribuição de anticoncepcional, ainda em fase experimental, no leite em pó que, “caritativamente”, John Kennedy doava ao Brasil no início dos anos de 1960. Mas são outras histórias.

Tivemos também Marx, Bertrand Russel, esse, ao mesmo tempo que criticava qualquer forma de autoridade que tolhesse as liberdade o pensamento e a expressão, defendia o controle da natalidade. Hoje tais idéias são disseminadas sorrateiramente, a sorrelfa, manhosamente, à socapa no pacote de lavagem cerebral chamado de ambientalismo, a máfia verde, arma que os poderosos da Nova Ordem Mundial, o Clube de Bilderberg, utilizam-se para espalhar o terror, dominar os povos e implantar o governo único mundial.

pilulaturar

Um dos mais evidentes naturalista, e naturalmente compromissado até ao pescoço com o controle da população mundial, e em favor dos que planejam o domínio mundial – bancos, grandes conglomerados, realeza européia a começar, e, sobretudo, pela Casa de Windsor, ONU e seus inúmeros rabos etc. -, foi o oceanógrafo e ambientalista francês Jacques-Yves Cousteau. E esse continua sendo seu legado. Com aquela cara de velhinho samaritano, tinha idéias, digamos, extravagantes a respeito da humanidade.

Essas idéias, embora estejam sendo utilizadas na prática, foram e continuam sendo mascaradas pela pseudo preocupação para com o destino do mundo e tem a auto-sustentabilidade como a face que oculta o mal. Na década de 1990, Jaques Cousteau, “preocupado com as condições ecológicas de vida do mundo de amanhã, recorrendo à colaboração do Banco Mundial e da Unesco, criou uma cátedra universitária, designada Unesco-Cousteau, que será instalada em 100 universidades de todo o mundo, com a interferência direta da suspeitíssima ONU, “aquela coisa lá de Nova York, como diria Charles De Gaulle. A nova disciplina definida e concebida por Cousteau é a ecotecnia.

Resultado de imagem para jaque Cousteau  ecotecnia

Sua principal característica é a de congregar conhecimentos de outras disciplinas etc.. (…). Pode se entender o “o congregar outras disciplinas…”, como forma de engajar outros desavisados na insanidade que preparam para a terra e sua população. Mas voltando o senhor comandante Custeau, vale a pena relembrar uma sua entrevista concedida, em 1992, ao Unesco Courier, e republicada pelo Alerta de Rede, em 1990.

Pergunta: Existem espécies animais que constituem uma ameaça ou são prejudiciais ao homem, como algumas serpentes, alguns mosquitos. Será que é possível eliminá-las, como se tenta eliminar os vírus responsáveis por certas doenças? Cousteau: A eliminação de vírus é uma idéia nobre, mas acarreta enormes problemas. Entre o ano 1 e o ano 1400, a população praticamente não mudou.

Por meio de epidemias, pandemias, endemias, a natureza compensou os excessos de natalidade com os excessos de mortalidade… Queremos eliminar os sofrimentos, as doenças? A idéia é maravilhosa, mas talvez não seja de todo benéfica em longo prazo. Existe o perigo de comprometermos assim o futuro de nossa espécie. É terrível dizer isso. A população mundial tem que estabilizar-se, e para tanto seria necessário eliminar 350 mil indivíduos por dia. A atração de ambientalistas radicais por epidemias causadas por vírus como vetor de eliminação de pessoas tem mais exemplos recentes.

Resultado de imagem para contre população Por meio de epidemias

Em agosto de 1988, em uma entrevista à agência noticiosa Deutsche Press Agentur, o príncipe Philip, fundador e presidente internacional do WWF, e um dos líderes da implantação do governo único mundial, declarou: Em caso de reencarnar, gostaria de voltar como um vírus mortífero, e ajudar em algo para aliviar a sobrepopulação… Voltando ao “pacifista” britânico, Betrand Russell, em seu legado é possível encontrar “preciosidades” assim: A população branca do mundo logo deixará de crescer. As raças asiáticas demorarão mais, os negros ainda muito mais, antes que o ritmo dos nascimentos caia o suficiente para estabilizar seu número sem a ajuda da guerra e da peste… Enquanto isso não acontecer, os benefícios que o socialismo busca só se lograrão parcialmente e as raças menos prolíferas tenderão a se defender das mais prolíferas por métodos que, embora repugnantes, são necessários (Perspectivas da civilização industrial, 1923).

As macabras metamorfoses de Cousteau também foram reveladas pelo jornal francês France-Soir, que republicou uma carta escrita pelo “bom velhinho” em 1941 enderaçada a Philippe Talliez, seu melhor amigo. Evidência, também, seu anti-semitismo. “Fora todos os imundos judeus que nos molestam”, escreve Cousteu, queixando-se de não poder se alojar convenientemente sua família em Marselha porque os judeus haviam-se refugiado no local. A carta foi encontrada por um biógrafo, Bernard Violet, acrescentando que Cousteau recebeu a Legião de Honra não devido a atividades de resistência, mas por seus serviços durante o regime colaboracionista de Vichy (Tribuna da Imprensa, 29/6/99).

Resultado de imagem para eugenia  melhoramento racial

Como se recorda, os princípios do ambientalismo moderno foram especificados pelas mesmas redes anglo-americanas que defendiam a eugenia (melhoramento racial), colocada em prática pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Pela lógica, ambientalismo, nazismo, fascismo, segregação, purificação de raças etc., não fazem muita diferença.

Cousteau começou sua carreira de oceanógrafo e cineasta durante a guerra e apresentou seu primeiro filme em 1943, em Paris, durante uma manifestação cultural patrocinada pelas forças de ocupação nazistas. Seu irmão mais velho, Pierre-Antoine Cousteau, condenado depois da guerra, era nessa época diretor de redação da “Je suis partout”, uma revista colaboracionista e violentamente anti-semita. E o que é pior, nada disso é sequer mencionado aos, principalmente estudantes, brasileiros, que engolem, com satisfação, as mentiras convenientes que lhe são jogadas sistematicamente, marteladamente, goela abaixo por todos os meios possíveis, mal sabendo que estão cavando a própria sepultura.

Epidemias programadas – Um privilegiado nababesco grupo reúne-se às secretas todos os anos, onde traça os destinos de cada Nação e do mundo. É o Clube do governo mundial, o Bilderberg. Normalmente ocorrem mudanças e acontecimentos bruscos e até mesmo guerras, a fome, a pobreza, a derrubada de governos e abruptas e surpreendentes mudanças políticas, sociais e monetárias após esses encontros. Ou crises internacionais ou até mesmo epidemias, pandemias e tais, suínas ou não… Isso ajuda a aterrorizar as pessoas, tornando-as mais sensíveis e suscetíveis a acatar e aceitar mudanças e dominações, gera lucro e reduz a população.
Resultado de imagem para Clube Bilderberg
O Clube Bilderberg considera a população incompetente para educar seus filhos e propõe como sociedade ideal, aquela em que os filhos são separados das famílias por ocasião do nascimento e educados pelo, ao estilo Esparta, na Grécia antiga. É adepto às teorias Malthusianas de controle de natalidade e “purificação”. Daí a inversão de valores, o estabelecimento de conceitos estranhos como o de transformar o que é anormal em normal em detrimento desse; a desagregação das famílias, a perda da moral, dos costumes, do respeito, da educação… (As estratégias para o governo mundial – coluna ao lado).

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s