Ministério da Saúde e a conversa fiada da mamografia. Medicamentos matam mais do que a doença

– Na era do Pharmagedom, o Apocalipse pela química fármaca –

Apenas 1 em cada 2500 mamografias alcança resultado. Mas rendem bilhões para a indústria do câncer

Blogdojua – 20-10-2012

Não obstante os alertas, o Ministério da Saúde, algumas entidades e parte da imprensa continuam iludindo a população, sobretudo feminina, com a falácia do Outubro Rosa e o engodo da mamografia.

O Outubro Rosa é um aliciador criado e promovido pela indústria farmacêutica e de cosmético como já largamente apresentado aqui neste Blog  – Veja os links no final deste artigo.

Mamografias visam lucros e “salva” apenas 1 em cada 2.500

As campanhas de incentivo à mamografia foram criadas em 1985 pelo laboratório estadunidense Zeneca Group plc, subsidiária farmacêutica da britânica Imperial Chemical Industries, fabricante dos medicamentos (cancerígenos) mais vendidos para tratamento de câncer de mama, Arimidex e tamoxifeno.

O grupo estabeleceu o Mês (outubro) Nacional de Prevenção do câncer de mama (MNP), com o objetivo de promover um “adoção generalizada de mamografia de raios-X, e com isso fazer crescer a venda de seus produtos).

Nos EUA, medicamentos matam mais do que acidentes de trânsito 

Logicamente, com os apelos sistemáticos, e a ajuda de inocentes úteis e de outros, mais úteis do que inocentes, houve aumento considerável nos procedimentos clínicos de diagnóstico de câncer de mama, mas que não significaram queda nos casos. Ao contrário, a taxa de câncer de mama aumentou em mais de 160% em várias partes do mundo, sobretudo em países do eterno em desenvolvimento, como o Brasil.

Veja: A perversidade do Outubro Rosa.

A Imperial Chemical Industries Ltd. foi fundada em 1926, resultado da fusão de quatro principais empresas de produtos químicos britânicos: Brunner, Mond & Co. Ltd., Nobel Industries Ltd., United Alkali Company Ltd. e corantes britânicos Corporation Ltd. Entre Guerras Mundiais I e II, a ICI era um grande concorrente da Alemanha do IG Farben, o cartel formado em 1925 para servir ao nazismo, (e dissolvido pelos Aliados após a Segunda Guerra Mundial), que ficou com seus ativos e passivos.

Recente estudo publicado pela New England Journal of Medicine relata que a mamografia pode “salvar” apenas uma pessoa a cada 2500 pessoas analisadas. Dessas 2500, pelo menos 1.000 recebem alarme falso, 500, serão  submetidas a biópsias desnecessárias e 5 ou mais obtiveram resultados anômalos, mas que nunca representarão risco de vida, mas tornam-se vítimas dos efeitos negativos dos medicamentos prescritos.

Diagnóstico, não prevenção

Diante desses resultados, a mamografia de raios-X é muito eficaz para aumentar o número de diagnósticos de câncer de mama e não para a “prevenção” de malignidade e mortalidade da doença. Pelo contrário, crescentes dados clínicos indicam que a energia emitida pelo raios-X usados ​​nesses testes são altamente cancerígenos, e 500% mais perigosos do que pensava-se até recentemente.

Nos Estados Unidos, o de mama é o câncer mais comum entre as mulheres, com média anual de 190 mil diagnósticos de doença e 40 mil vítimas fatais a cada ano.

No mundo, todos os anos, mais de 1 milhão de mulheres contraem a doença e 500.000 não resistem ao mal. E é nesse contexto que surge a controvérsia em torno da melhor abordagem para a triagem de câncer de mama, considerando que a indústria quer vender o tratamento, exames e medicamentos, não a prevenção eficaz e a cura.

É inegável o sucesso no modelo de “prevenção” criado pelo interesse econômico, mas isso não vem impedindo o crescimento dos casos de câncer de mama, e quem está por trás, com a ajuda sempre servil de submissos como ocorre no Brasil são empresas como a AstraZeneca, o patrocinador fundador do MNP.

O negócio da “prevenção”. Acima, acionistas e bolsas

Esse modelo de “prevenção” difundido entre a população foi idealizado e é liderado pela AstraZeneca, o patrocinador fundador do MNP. AstraZeneca é a fabricante dos maiores (e cancerígeno) medicamentos de combate ao câncer de mama, patrocinados pelas empresas químicas da Imperial Chemical Industries (ICI).

“Antes de ser adquirida pela AkzoNobel em 2008, ICI faturava bilhões de libras esterlinas com a venda de substâncias cancerígenas, como o cloreto de vinila e o Tamoxifen.

Em 1993 a ICI separou sua divisão de biociências e farmacêutica, formando a  Zeneca Group plc, que posteriormente fundiu-se com a Astra para criar AstraZeneca (AZ) em 1999.

Ministério da Saúde distribui remédio cancerígeno

O fármaco mais vendido da AZ contra o câncer e distribuído pelo Ministério da Saúde no Brasil, o Tamoxifen, foi classificado como altamente cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde, OMS.

Para o Dr. Samuel Epstein (uma das principais autoridades internacionais sobre os efeitos cancerígenos da contaminação ambiental), ‘Um acordo de vários anos, entre o patrocinador do Mês de Conscientização do Câncer de Mama e a Imperial Chemical Industries (ICI) – como com o Ministério da Saúde e várias entidades no Brasil – produziu e produze muito dinheiro e imensa irresponsável desinformação sobre câncer de mama.’.

“A ICI ajudou a formar uma atitude institucional sobre tumores que culpa a vítima. Essa teoria atribui à hereditariedade e ao estilo de vida irresponsável o aumento da incidência, em vez de alertar sobre a permanente e cada vez maior exposição aos vários  produtos cancerígeno que envenena o ar, água, alimentos, produtos de consumo, o lar, o local de trabalho, à poluição industrial etc..”.

Incitando a desinformação, alimentando os cofres dos cartéis

Outubro Rosa, no Brasil promovido pelo Ministério da Saúde, apesar das falácia,  não reverteu-se em maior atenção para as causas evitáveis ​​de câncer de mama. Em vez disso, incita a desinformação e alimenta a insaciável fome por dinheiro das empresas farmacêuticas, enaltecendo o conceito mercantil de “prevenção” e tratamento precoce.

Há anos, todos os comerciais da campanha de prevenção e em eventos promocionais organizados pelo fundador de MNP (que funciona o ano todo) devem, obrigatoriamente, são matizados na cor rosa antes de ser liberados para o consumo público.

Na verdade, não é de interesse dos cartéis farmacêuticos prevenir a doença. Uma “cura antecipada”  é tão improvável quanto paradoxal. Os medicamentos não curam a doença mais do que as balas eliminam as guerra.

As principais causas de câncer de mama, cientificamente comprovadas, são deficiências nutricionais, exposição a ambientes e a produtos industrializados, contaminação por estrogênio, que quebram a integridade genética e fazem cair as defesas do organismo e a vigilância natural de imunidade. Essas causas são totalmente ignoradas na terapia medicamentosa, incluindo a mamografia, e do conceito pseudocientífico de que “genes causam a doença”, de acordo com os “estudos” da indústria do câncer.

Campanha picareta. A pilantropia

Bilhões de dólares são angariados anualmente e hipoteticamente empregados em pesquisas farmacêuticas, porém, apenas uma ínfima parte do montante é empregado na ciência, o maior quinhão é desviado para os diversos grupos que alimentam campanhas como a Outubro Rosa.

Em paralelo, a indústria química, farmacêutica, de cosmético, fomentam organismos oficiais, impedindo o avanço em estudos e desenvolvimento da medicina alternativa, como a homeopatia. Ao contrário, criam campanhas difamando o conhecimento popular, como faz o Ministério da Saúde no Brasil, por meio da ANVISA.

A indústria do câncer

É cada vez mais evidente a ligação entre a ideologia patológica da medicina alopática com a indústria do câncer de mama. É o que ocorre com a “prevenção”, que promete”detecção precoce”, por meio dos raios-x e mamografia.

Além dos fatores de riscos que representam no desenvolvimento de câncer pela radiação ionizada, é uma forma esperta e inteligente de dizer que tudo o que podem fazer para prevenir o câncer é detectar sua inevitável ou provável presença e com isso vender mais medicamentos, faturando mais bilhões. Fora, claro, o próprio procedimento “preventivo”, igualmente rendoso.

O “Tratamento”, quando não estritamente cirúrgico, inclui o uso de doses poderosas de veneno e de elevada de radiação. O problema desse tipo de abordagem é que a aplicação de ambas as formas não é seletivas e, em longo prazo, muitas mulheres morrem não pela doença em si, mas pelos efeitos colaterais da terapia.

Por que bombardear o corpo com venenos?

Isso gera uma pergunta que jamais é respondida:se a exposição aos efeitos genotóxicos de produtos químicos e da radioterapia são prejudiciais para o sistema imunológico, e são, de fato, causas do câncer de mama, por que bombardear o corpo com essas substâncias, consideradas ainda mais venenosas?

A resposta a essa questão teria mais a ver com a ignorância do que com o desejo intencional de prejudicar. Mas os resultados são os mesmos: dor, sofrimento e mortes desnecessárias.

 

Golpes cor-de-rosa

As autoridades de saúde no Brasil, a começar pelo próprio Governo, por meio de seu Ministério e penduricalhos como a ANVISA, agem desonesta e irresponsavelmente.

Ao abraçarem picaretagens como a do Outubro Rosa e pior, com a ajuda de parte da mídia e de instituições com caras de sérias, agem deliberadamente contra o interesse público. Desinformam, enganam, envenenam, matam, endossam os golpes do cartel da indústria química e farmacêutica.

Os crimes tornam-se ainda mais hediondos, a partir do momento em que o Governo autoriza esses seus agentes a agirem contra a medicina natural, ao desenvolvimento e crescimento da própria farmacologia nacional, (a graviola é um exemplo) deixando, deliberadamente, o País, a Nação, seu povo, à mercê e sob o domínio dos assassinatos em massa da criminosa indústria alienígena, que substitui as tradições, o conhecimento, a cultura, a natureza da população nativa.

O Pharmagedom, o Apocalipse pela química fármaca

Se essas autoridades não sabem, deveriam saber sobre o Pharmagedom, cuja definição pode ser entendida como  “a perspectiva de um mundo em que os medicamentos produzem mais problemas de saúde do que as doenças; ou como o “progresso” da medicina faz mais mal do que bem”, é um fato e não ocorre por acaso.

Pharmageddon (uma espécie de (armagedom farmacêutico) abraça os argumentos de Ivan Illich, porém, num foco mais abrangente. Ele alertou para os riscos da medicalização e sobre os efeitos geralmente desumanos e prejudiciais de intervenções chamadas profissionais: “o estabelecimento médico tornou-se uma grande ameaça à saúde.”.

Além dos danos diretos causados pelas drogas (iatrogenia clínica), ele estava preocupado com os efeitos maléficos da medicina sobre a cultura e as tradições, comunidades” a que chamou de “expropriação da saúde.”. Como ocorre no Brasil com a ajuda das chamadas “autoridades”.

Epidemia de mortes e mutações Expropriando a saúde dos povos

Mas desde que Illich escreveu suas considerações muitas mudanças ocorreram no mundo e, em particular, na medicina – pra pior – tanto a base de conhecimento e suas aplicações, quanto no domínio da indústria farmacêutica sobre a classe médica, governos, e o impulso em pesquisas farmacêuticas sobre a ethos (tradições,  traços característicos de um determinado grupo) bem como na regulação, prescrição, disponibilização, utilização de seus produtos.

As empresas farmacêuticas exercem forte e direta influência sobre o estilo de vida, o bem-estar e saúde humanas. Seus interesses e investimentos estão acima de qualquer objetivo puramente medicinal. Oferecem uma infindável gama de tratamentos e drogas, e comandam a forma, meios e fins dos medicamentos em todo o mundo, com forte ascendência sobre as “autoridades” da saúde, como ocorre com o Brasil. A real manipulação.

Armas, EUA concentram a metade das indústrias farmacêuticas

A chamada globalização dos anos de 1990 colocou a indústria farmacêutica no atual pedestal. Centradas nos EUA – que abrigam a metade do mercado global – e, principalmente, refletindo os valores de saúde estadunidenses na maneira de fazer as coisas, ignorando completamente as características, cultura e costumes regionais, como ocorre com o Brasil, sob os olhares complacentes do “Governo”, formam um importante arsenal de domínio.

As empresas farmacêuticas também são instrumentos importantes de política externa dos EUA, e seus interesses são muito bem defendidos e tratados como tal. É usada claramente como arma de domínio mundial.

Pharmageddon é marcado pelo contraste entre o excesso de medicação e a privação de drogas. Igualmente, implica uma forte ligação causal entre os dois. A medicação de pobres e ricos está diretamente ligada às causas e feitos tanto à obesidade quanto da desnutrição, como os dois lados da mesma moeda. Ambos interessam aos cartéis. Geram riquezas. Imensas.

A intensa comercialização e o excessivo consumo de drogas formou moto contínuo resultando numa indústria totalmente comprometida com o dinheiro e o poder, cuja viabilidade depende cada vez mais dos exageros sistemáticos e extremos, numa roda viva de promessas, riscos e danos.

Informações privatizadas. Governantes omissos

No lugar da transparência de interesse público por meio de seus governantes, cabe a esta indústria o papel de fornecer informações com a ajuda de governos omissos e comprometidos, enchendo o ar com mensagens sobre prioridades, expectativas e necessidades. O resultado é um sistema de fornecimento de drogas que passa pela fome à obesidade, sustentando a privatização e manipulação global da saúde humana.

Pharmageddon implica que chegou-se a um ponto onde a industria química e farmacológica dedicam suas principais energias à comercialização de modismos, de estilo de vida, no lugar de encontrar maneiras de satisfazer as reais necessidades médicas.

Ditando moda e o comércio como prioridade 

O admirável mundo novo em perspectiva é aquele em que os imperativos comerciais são prioridades frente a saúde. O resultado não é só de decepção terapêutica, mas também da esmagadora sensação de que nenhum sistema público de saúde é confiável e que na verdade serve aos cartéis das doenças, não aos interesses da população.

No comércio da doença, o gnosticismo dualista entre o bem e o mal

A etimologia encaixa-se. Pharmagedom transmite a ideia de uma batalha entre saúde e o comércio da doença. O maniqueísmo, no gnosticismo dualista entre o bem e o mal, o certo e o errado.

Também derruba o conceito e a tendência de tomar por certo que o progresso da medicina farmacêutica leva-nos, naturalmente, a uma saúde melhor.

Big Pharma, não cura e mata… Dinheiro, acima de tudo

Batalha simbólica do Apocalipse 

Armageddon foi o grande campo de batalha simbólica do Apocalipse , a cena da luta final entre o bem e o mal. Apocalypse (apokalypsis) significa, literalmente, o levantar do véu, um termo aplicado à divulgação de certas pessoas privilegiadas de algo escondido da massa da humanidade …” (Wikipedia, 2007).

Chegou a hora de levantar o véu: o significado mais amplo dos riscos deve ser explorado e revelado. Se Pharmagedom faz parte de qualquer realidade futura, todos nós precisamos saber.

Menos o Ministério da Saúde, que prefere continuar ludibriando.

Nem a sociedade, nem homem, nem nenhuma outra coisa deve ultrapassar os limites estabelecidos pela natureza.

(Hipócrates)

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