Morte da família. O lar desfeito

BlogdoJua – 18/01/15 – 21:13h

Nos EEUU, mais da metade das crianças não têm pai e mãe tradicionais

Nada ocorre por acaso. Não é algo que surgiu naturalmente, como reflexo da vontade natural das pessoas. Trata-se de algo imposto. De cima para baixo, com participação ativa dos meios de comunicação. Alienantes, desinformantes, imbecilizantes, ‘manipulantes’…

Completa o quadro, desgovernos igualmente imbecis, incapazes de uma política social própria para o País. Ignorantes sobre tudo e o mundo. Inaptos e covardes. Ineptos para uma visão global. Capazes de enxergar apenas as benesses do poder e vislumbrar a próxima eleição.

O fato é que estamos vivendo período de desconstrução da humanidade, pelo menos da maneira em que, bem ou mal, sobreviveu nos últimos 4 milhões de anos.

Para desconstruir a humanidade, transformar o indivíduo em algo anômalo, autômato, imbecil, incapaz de pensar por si, manipulável ao extremo, era preciso eliminar a família.

Por essas plagas não existem levantamentos a respeito. Mas podemos sentir os efeitos. No entanto, nos Estados Unidos, a MORTE DA FAMÍLIA é uma realidade. Uma triste, lamentável, aterrorizante realidade que, claro, teve início com o feminismo manipulado. A tal da ‘igualdade”, a guerra dos gêneros etc..

Por lá, pesquisa comprova que menos da metade. Isso mesmo. Menos de 50% das crianças vivem com dois pais heterossexuais. Um pai e a mãe.

As famílias nucleares arquetípicas com uma esposa, marido e 2,5 crianças não é mais o normal. Ao contrário, é o “anormal”. Ao mesmo tempo, a percentagem de crianças nascidas fora do casamento representam 41%, contra apenas 5% em 1960.

Uma síntese dos dados:

Cada vez mais adia-se o casamento ou adia-se o máximo possível;

A percentagem de crianças nascidas fora do casamento é de 41%, contra apenas 5% em 1960. A percentagem de pessoas que se casam mais de uma vez aumenta assustadoramente;

15% das crianças estão vivendo com dois pais em um novo casamento;

6% de todas as crianças estão vivendo com pais adotivos;

34% das crianças de hoje estão vivendo com um pai solteiro (incluindo homossexuais), contra 9% em 1960 e 19% em 1980;

4% Convivem com dois pais;

5% das crianças vivem com a avó.

A pesquisa simplesmente confirma o que muitos sabem intuitivamente, destruindo a família, destrói-se a humanidade. Os resultados imediatos estão nas manchetes policiais, nas ruas, no nosso dia-a-dia de total desrespeito. De ignorância no mais amplo sentido da palavra.

Isso é o resultado do consumo desenfreado de mídia e entretenimento que, por sua vez, acata ordens “superiores”. O chefe maior, o dinheiro.

Muitos comemoraram a morte da família. Em breve comemorarão o próprio funeral. Inocentes úteis.

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