Pais condenados por educar os filhos

Leis esdrúxulas, (in) justiça medíocre

Publicado originalmente em – 07/03/2010 11:10

O Juiz da cidade de Timóteo, Vale do Aço, Minas Gerais, condenou um casal por teimar em, realmente, educar os seus dois filhos em casa, não nos antros de drogas e descaminhos em que se transformaram os antigos educandários, sobretudo públicos.

O ‘crime’, abandono intelectual. Isso como se nossas escolas fossem algum bom exemplo de conduta, moral, ética, disciplinar e ensinassem alguma coisa aproveitável.

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Pais e os filhos. Ensino de qualidade. Proibido. Bom mesmo é a doutrinação do ensino formal

O método de educação em casa é usado, sobretudo, pelos estadunidenses onde, segundo o noticiário, existem cerca de um milhão de adeptos. Aqui, a grande democracia não permite.

De acordo ainda com o representante da (in) justiça em Timóteo, o Estatuto da Criança e do Adolescente determina que os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino.

Bem, se for para seguir essas leis ao pé da letra, a Constituição também determina que a União ofereça e garanta ensino de qualidade para todos. Na prática, não ensina nada e qualidade, nem de longe.

Aliás, a Constituição determina muitas obrigações para o Estado, todos ignoram e passam ao largo, mas ninguém é condenado. Segundo os famigerados especialistas, não se sabe em que, já que o ensino anda de mal a pior, “o estudo tem que estar associado à convivência social. A educação não serve apenas para o sucesso individual. É a socialização e em casa só existem os iguais, que pensam iguais. É fora de casa, em um processo de educação com pessoas com hábitos diferentes e regiões diferentes, que faz com que eu me eduque para a sociedade.”, completam.

São também nas escolas brasileiras, as públicas principalmente, que se aprende indisciplina, direitos sem deveres, sobre o uso, venda de drogas, tráfico e, acima de tudo, que não é necessário estudar, muito menos aprender para ser diplomado.

Aliás, no Brasil, não se permitem mais o autodidatismo, o saber, o pensar. São perigosos, faz pensar diferente daquilo que o status quo exige. A uniformização, o pensar igual, o bando de robóticos a serviço do establishment internacional.

A obrigação de ir à escola, de ser ter diploma, é para a doutrinação, a lavagem cerebral, nada a ver com intelecto, saber pensar, indagar, questionar. Mesmo porque são atitudes proibidas no ensino formal.

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