As voltas que o mundo dá – PANDEMIAS

REMÉDIO dos tempos em que não havia MEDICAMENTO está de volta

PURGANTE contra a GRIPE ESPANHOLA – LAXANTE contra o VÍRUS CHINÊS

PURGANTE ATODOS sabem que remédio é uma coisa, MEDICAMENTO, é outra. REMÉDIO vem do latim remedium, aquilo que cura. É um termo mais amplo do que medicamento. Remédios são todos os recursos utilizados para curar ou aliviar a dor, o desconforto ou a enfermidade. Um preparado caseiro com plantas medicinais pode ser um remédio, mas não um medicamento. MEDICAMENTO, do latim medicamentum, vocábulo do mesmo tema de médico, medicina, medicar, etc., e que se liga ao verbo medeor, que significa cuidar de, proteger, tratar. Os medicamentos são substâncias ou preparações elaboradas em farmácias ou indústrias farmacêuticas atendendo especificações técnicas e legais. Medicamentos são produtos com a finalidade de diagnosticar, prevenir, curar doenças ou aliviar os seus sintomas. Medicamentos cumprem o seu objetivo quando REDUZEM ou eliminam os sintomas. Isto não significa que DISSIPEM as causas.

MAS VOLTANDO a vaca fria, nos antigamente, quando contávamos apenas com REMÉDIOS, os chás caseiros, as plantas, os unguentos. QUANDO NÃO havia farmácia, indústrias químicas, a SABEDORIA POPULAR é que valia. COMO EM CASOS de gripes fortes, por exemplo. O REMÉDIO mais eficaz era o PURGANTE.

É O CASO DA PANDEMIA de 1918. A GRIPE ESPANHOLA. Uma das recomendações era justamente esta. PURGANTE para eliminar as toxinas, as pragas no organismo:

Na edição de 4 de novembro de 1918, o jornal “O Brazil” reproduziu várias recomendações dos governos da época para prevenção e combate à GRIPE ESPANHOLA.

PURGANTE B
Nas imagens acima, laxante da época e manchete sobre o uso político da pandemia. Nada mudou em 100 anos. Até os bobos da corte continuam os mesmos tipinhos.

“Como primeira medicação, deve-se recorrer a um PURGATIVO, que pode ser óleo de rícino, limonada de citrato de magnésia ou o simples purgante de sal. Caso o estômago não suporte o purgativo, far-se-á, então, uma lavagem intestinal com um litro de água fervida morna.

Duas ou três horas depois, se a febre for alta, o doente deve tomar uma cápsula de vinte centigramas de quinino. Depois, tomará um chá de sabugueiro ou de tília. Para as dores, se forem intensas, usará a aspirina, um ou dois comprimidos de meia grama por dia.

O regime alimentar deve consistir em leite, café fraco, chá da índia, chá de canela, caldos de galinha e caldos de cereais. O doente guardará o leito desde as primeiras manifestações da moléstia, a fim de evitar as complicações. Tornamos a acentuar que essas instruções devem ser seguidas até a chegada do médico. Só este pode verificar a forma da moléstia, aquilatar da resistência do doente, conhecer o bom ou mau funcionamento dos seus órgãos, para traçar com segurança o tratamento adequado”.

AGORA, 100 anos depois, e com a indústria química e farmacêutica dominando o mundo, o Governo brasileiro autoriza experimentos com o LAXANTE NITAZOXANIDA para o COMBATE AO CORONA VÍRUS, vulgo VÍRUS CHINÊS – Esse medicamento é comumente indicado no tratamento das infecções intestinais. Criptosporidíase, para tratamento da DIARREIA causada por Cryptosporidium parvum; Blastocistose, balantidíase e isosporíase, causadas, respectivamente, por Blastocistis hominis, Balantidium coli e Isospora belli. NEM PRECISAVA de receita, mas o tagarela de um tal de Marcos Pontes contou pra todo mundo sobre as experiências e a venda do Nitazoxanida passaram a ser restritas.

Por mais que evolua o conhecimento científico, jamais se deve ignorar a sabedoria popular. Afinal, são mais de 350 mil anos de existência, e somente uns 80 de ciência, criada e desenvolvida pelo… conhecimento popular.

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